Colaboração:
Afonso Henrique Paione
Profa. Daniela Reis
Prof. Lucas Bueno Pedreira
Prof. Marcos Valério Albinati
Alunos do Colégio Cetem

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Vôlei

Cleide Petite Cunha foi uma grande atleta. Começou a jogar vôlei com 14 anos, ganhou vários campeonatos, entre eles: Campeonato Mineiro, Olimpíadas de Campanha e os Jogos Abertos do Interior.

Sempre jogou por gostar muito de esportes, mas nunca teve incentivo de ninguém. Recorda a fase de atleta como a melhor de sua vida.

Para ela o que mais marcou como atleta foi quando ganhou a medalha de melhor atleta dos Jogos Aberto do Interior e quando foi convocada para Seleção Mineira.

A filha mais velha de Cleide, a atleta Janaína, joga em São Paulo. Cleide tem o maior orgulho da filha, sempre a incentivou e apoiou em tudo.

Janaína teve um momento difícil em sua carreira, em que teve de parar por um tempo devido a um acidente gravíssimo. Graças a sua garra e determinação já está de volta às quadras.

 

Capoeira

A capoeira é um esporte de origem brasileira que foi criado no tempo da escravidão. Agora começa a nos revelar grandes atletas. Apesar da pouca divulgação e os preconceitos que sofre, o esporte está começando a se expandir.

A capoeira desenvolve o raciocínio e agilidade, além de fazer muito bem ao corpo.

Gledson Guido (Guedão) é uma grande revelação desta arte. Ele começou a jogar capoeira com 14 anos e hoje, com 16, já foi revelação no Festival de Capoeira.

A iniciativa para começar a praticar a capoeira surgiu para provar aos amigos que ele era capaz de aprender. Apesar de algumas críticas e preconceitos que sofre, conta com o incentivo de sua família.

Gledson está no segundo estágio e diz que é difícil aprender, mas nada é difícil se feito com esforço.

Com muita dedicação aprendeu a tocar todos os instrumentos utilizados no momento da roda: berimbau, atabaque etc.

Seu maior sonho é treinar o bastante para chegar a ser mestre e abrir sua academia. Promete ser uma futura revelação varginhense.



Basquete

Rebeca Lourenço joga há 12 anos, sempre com o apoio de sua família e da técnica Sílvia Amorim de Carvalho. Seu pai, Prof. Tino, ganhou 2 Campeonatos Brasileiros e já foi auxiliar da Seleção Brasileira em 1980.

Ela já participou de vários campeonatos como: JIMIS, JOJU, JOJUNINHO, Campeonatos Estaduais e do Campeonato Brasileiro, realizado em Santa Catarina. Foi por duas vezes destaque dos Campeonatos: Estadual Infantil, Estadual e no Juvenil Estadual. Neste último foi indicada para Seleção Mineira.

Rebeca ressalta que continuará jogando basquete, não como profissão, mas como forma de se manter bem física e mentalmente. Para ela "basquete é uma forma de aprender a lidar com adversidades e vitórias, é a essência de viver bem.