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Colégio
Marista

O colégio Marista um dos importantes patrimônios culturais
do Sul de Minas, reabre suas portas em Varginha.
O colégio faz parte de uma grande rede de escolas Maristas,
veiculadas a UBEE (União Brasileira de Educação e Ensino)
cediada em Belo Horizonte.
Os Irmãos Maristas chegaram a Varginha no início do século
e o colégio Coração de Jesus administrado por eles, logo se
tornou uma respeitada instituição de ensino durante décadas,
em 1976 os Irmãos se retiraram de Varginha.
São 100 anos de presença no Brasil, 78 escolas, 6.800 professores,
4.200 funcionários, 102.300 alunos, 3 universidades, 35 obras
sociais, 2 TV's, 7 rádios e 4 editoras, sendo uma delas a
FTD. A proposta de educação é marcada pela excelência acadêmica,
através do ensino integral onde o conhecimento dos alunos
não se resumem somente ao acúmulo de informações acadêmicas,
mais ao desenvolvimento dos aspectos sociais, psicológico,
espirituais, esportivo, artístico e culturais.
A presença dos Irmãos se manteve viva. Em 1996 foi restaurada
a estátua do Padre Champagnat, fundador da congregação devolvendo
à cidade um dos mais belos monumentos e símbolo desta grande
obra educacional. Outra importante contribuição foi a restauração
do Teatro Mestrinho e da capela do colégio.
Esta apaixonante e delicada Missão de Educar exige a ação
conjunta de todos que, de uma ou de outra maneira, estão nelas
envolvidos: os educandos, as famílias, os docentes, os serviços
pedagógicos, os agentes de pastoral, os diretores, os Irmãos
Maristas, o pessoal de administração, os auxiliares de serviços
gerais, a Mantenedora e os ex-alunos. Todos eles formam a
Comunidade Educativa Marista e devem participar ativamente
de forma coordenada, para obter os fins propostos.
Como Colégio Marista, nos sentimos enraizados profundamente
na realidade social e eclesial em que vivemos. Assumimos de
colaborar no crescimento harmônico de cada um de nossos alunos
para formar "bons cristãos e virtuosos cidadãos".
Esta é uma história que vem desde os primórdios dos Irmãos
em Varginha, em 1918.
Naquela época, só existia a imprensa escrita, nascida em 1892,
com a Gazeta de Varginha do Capitão Pedro Braga e Dr. Pinto
de Oliveira.
Em 1945 surgiria o Correio do Sul, abrindo as portas para
uma imprensa mais dinâmica. Na edição especial, comemorativa
do seu 11o aniversário, esse jornal dedicou páginas inteiras
aos Maristas, nas pessoas dos Irmãos Mestrinho e Osmundo Ribeiro.
A sua vez, a Rádio Clube, desde 1961 e por um bom tempo, passaria
a transmitir a chamada "Hora Marista".
O
Centenário Marista festejado em Varginha

Os Maristas estão presentes em nossa cidade através de seus
numerosos ex- alunos, organizados em associação, e através
da diretoria do Colégio Marista, residindo aqui desde o início
de 1997, procedendo à reforma do prédio escolar e se preparando
para reabertura de sua escola. Em nossa cidade os Maristas
são lembrados pelo Colégio Coração de Jesus, pela praça Champagnat,
pela rua e escola Irmão Mário Esdras.

No dia 29 de outubro, à noite, na Associação Médica de Varginha,
os cem anos da presença Marista em Minas e no Brasil foram
marcadas por atos significativos: Lançamento, a nível regional,
do selo da ECT alusivo ao centenário; treze pessoas de nossa
sociedade, ligadas aos Maristas por laços afetivos, receberam
a Comenda Marista do Centenário; lançamento do livro "A Educação
Católica no Brasil, Contribuição dos Irmãos Maristas." A cerimônia
contou com a presença do Irmão Manoel Alves, Vice-Provincial
Maristas e de cerca de quatrocentas pessoas.
Antes da cerimônia na AMV, na entrada do Colégio, houve o
descerramento da placa alusiva ao Centenário, pelo Ir.
Manoel Alves e Dona Terezinha Delfraro Davi, vice - prefeita.
Na ocasião, o prof. Antônio Carlos Gomes, disse em seu
Reinauguração da Capela
Após sete meses de trabalho, os restauradores varginhenses
Hiti Foresti e Valéria Neno entregaram a capela totalmente
restaurada: harmônio, bancos, altares, afrescos, via- sacra,
imagens, pisos e paredes. Dia 8 de dezembro de 1997, às 20
horas, Dom Aloísio Roque Oppermann, arcebispo de Uberaba,
presidiu a missa, concelebrada por 4 sacerdotes e um bispo
emérito. Cinco Irmãos e seis Ex - Irmãos que já haviam trabalhado
no Colégio Marista de Varginha e numerosos Ex - alunos participaram
da cerimônia, com a presença de mais de quatrocentas pessoas.
O Irmão Manoel Alves, vice - provincial, representou a Província
Marista e a UBEE.
Inaugurada dia 10 de março de 1938, em 1946 sofreu transformações
nos afrescos. Foram pintados anjos reverenciados a estátua
do Coração de Jesus, padroeiro do Colégio e da Capela.
A Capela é uma maravilhosa obra clássica com nuances barrocas
e importantes colunas. As vigas em arcos transmitem uma notável
sensação de profundidade.
Colégio
dos Santos Anjos

O Colégio dos Santos Anjos foi fundado pela sociedade Franco-Brasileira
e dirigido pelas Religiosas da Congregação dos Santos Anjos.
A Congregação teve origem na França, sendo fundada por Madre
Maria São Miguel (Bárbara Elisa Chandelux-Polux), que via
na educação e na religiosidade a melhor maneira de vencer
a ignorância moral e intelectual dos jovens.
Iniciando um trabalho de educação Integral do homem, no dia,
no dia 22 de maio de 1.893, as primeiras irmãs vieram para
o Rio de Janeiro, e logo após fundaram as Unidades de Congrecacão
dos Antos Anjos em vários estados.
Irmã Maria Cândida Rangel Campos (Primeira Diretora e supervisora
do Colégio em Varginha), e Irmã Maria Verônica Goulart Ferreira,
em setembro de 1.922, vieram assumir em definitivo, a fundação
do Colégio em Varginha, pois já há sete anos o vigário da
Paróquia do Divino Espírito Santo - Padre Leônidas João Ferreira(lincar),
lutava para trazer à cidade um colégio dirigido por religiosas.
Apesar de ter começado a funcionar no início de 1.923, a casa
só foi inaugurada a novembro de 1.924 com a presença do Revmo.
Bispo Diocesano, D. João Almeida de Ferrão.
O prédio na antiga rua do Carmo, hoje Silva Bittencourt, necessitou
ser reconstruído em 1.954. De 92 a 96 realizou-se uma reforma
geral e hoje o Colégio dos Santos Anjos conta com um moderno
ginásio poli-esportivo, capela com capacidade para 500 pessoas,
laboratório de informática e etc.
Escola
Pio XII
Neste, você irá conhecer toda a história da fundação até os
dias atuais de uma escola que embasa todas as atividades numa
filosofia humanística-cristã. Saiba também sobre os principais
diretores e muito mais...

No
dia 1 de março de 1956, padre Honório Link fundou o Jardim
de Infância Pio XII. Este nome foi dado em honra e homenagem
ao papa Pio XII.
Naquela época, funcionava na praça Getúlio Vargas, mas como
o prédio ia ser demolido, mudaram para a rua Deputado Ribeiro
de Rezende, local onde estão até os dias atuais e que pertence
à Paróquia do Divino Espírito Santo.
De 1956 até 1960, esteve sob a liderança do próprio fundador,
que buscou inspiração para guiar os primeiros passos dessa
conceituada escola na alegria e musicalidade do Programa Petizada
Alegre(incar) (Rádio Clube de Varginha) no próprio salão do
prédio da escola.
A partir de 61 deixou de ser Jardim da Infância e recebeu
a denominação de "Escola Paroquial Pio XII".
Funcionou apenas com as quatro primeiras séries do 1º grau
sob a direção do Padre Silvio Salgado.
Em 72, entra como diretor o Padre Walmor Zucco. Foi sob a
liderança dele que a escola teve um grande impulso no campo
educacional, com a extensão de séries e a criação da Pré-Escola.
Em 1974 foi instalado um moderno laboratório, possibilitando
aos alunos experimentar aquilo que só lhes chegava através
de teorias.
Também montaram uma biblioteca variada onde alunos e professores
encontram ambiente favorável para fazer seus estudos e pesquisas.
Foi oficialmente reconhecida como escola de 1º grau em 18/
03/ 76.
De 72 a 77 o diretor Walmor Zucco esteve acompanhado da vice-diretora
Cleurice Terêsa de Rezende, da supervisora Marina Prado de
Castro e das orientadoras Maria Aparecida Abreu e Maria Aparecida
Bittencourt.
Em 77 passou a denominar-se apenas "Escola Pio XII".
Em 1978 fica sob a liderança administrativa de Cleurice Terêsa
de Rezende e liderança técnica de Marina Prado de Castro.
Em 1994, a escola ganha um novo diretor: José Manuel Magalhães
Ferreira que está até os dias atuais.
Em 1996, para melhorar ainda mais a qualidade de ensino, acontece
a união da Escola Pio XII com a rede Pitágoras de Ensino.
Com isso passa existir o Ensino Médio que funciona na FAFI
(Faculdade de Filosofia de Varginha).
BIBLIOGRAFIA
- Arquivo da Escola Pio XII
AGRADECIMENTOS
Ficamos muito agradecidas com Hilda Andrade Alves e Maria
José Pinto que tanto colaboraram com a montagem desse trabalho.
Colégio
Batista De Varginha
Denominada inicialmente "Escola Técnica de Comércio Sul Mineira",
sob a direção do Dr. Luiz Teixeira da Fonseca, obteve aos
08 de janeiro de 1945 do Ministro de Educação e saúde, de
acordo com o decreto-lei n. 6.141 de 28/12/1943, inspeção
preliminar aos cursos comerciais Básico e técnico de contabilidade
pela portaria n.8.
Aos 03 de janeiro de 1948, pela portaria de n. 00035, o Ministro
de Estados da Educação e saúde, de acordo com o disposto no
artigo 72 da lei orgânica do Ensino Secundário e na portaria
Ministerial n. 512 de 30/11/1942, concedeu reconhecimento,
sob regime de inspeção preliminar, ao ginásio Inconfidência.
Sob a direção do professor Adão de Souza, o Departamento do
Ensino Secundário, de acordo com o processo 56293/47 do Ginásio
Inconfidência, aprova, pelo ato 14 de 05 de maio de 1961 aceitando
a alteração de denominação de Ginásio Inconfidência para Ginásio
Batista de Varginha, tendo como Entidade Mantenedora a Fundação
Escolar Beneficente.
Pela portaria n. 43 de 04 de maio de 1965, o secretário da
Educação de Minas Gerais concedeu autorização para o funcionamento
do Colégio Normal, anexo ao Ginásio Batista.
A escola funcionou desde a sua criação até 30 de novembro
de 1964á Rua Santa Cruz, n. 719, quando um incêndio irrompido
no prédio ocasionou a mudança para a Rua Presidente José Paiva,
n. 65, em prédio cedido pela Igreja Presbiteriana, finalmente,
em 1966 passou a funcionar no endereço atual.
Pela resolução 1516, de 11 de julho de 1975, SEE/MG, foi autorizada
a transferência de Entidade Mantenedora Fundação Escolar Beneficente
para a Associação Cultural Professor Roque Tamburini sede
em Alfenas-MG, bem como a mudança de denominação de colégio
Batista de Varginha para Escola Batista de 1 e 2 graus; a
partir de 15/09/92 da SEE/MG, passou a denominar-se Escola
Batista Ensino Fundamental ( 1 a 8 série) e Ensino Médio;
e pela portaria 864/97 da SEE/MG volta a denominar-se Colégio
Batista De Varginha.
Cursos profissionalizantes
Os cursos profissionalizantes sempre nascem da própria necessidade
encontrada dentro da comunidade. E assim, para atender á demanda,
as escolas montam um processo, solicitando aos órgãos públicos
competentes autorização para funcionamento dos mesmos.
O Colégio Batista já trabalhou com os seguintes cursos:
Contabilidade - 1960 a 1998
Téc. Contabilidade-Regime Anual - 1986 a 1992
Magistério de 1 grau - 1962 a 1998
Magistério- Regime Anual - 1986 a 1997
Téc. em segurança do Trabalho - 1985 em diante
Bibliografia - Pesquisamos no Colégio Batista
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