Técnicas Estaduais
Particulares Origem da E. E. Coração de Jesus
  História do Colégio CETEM
Colaboração:
Afonso Henrique Paione
Profa. Daniela Reis
Prof. Lucas Bueno Pedreira
Prof. Marcos Valério Albinati
Alunos do Colégio Cetem

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Colégio Marista

O colégio Marista um dos importantes patrimônios culturais do Sul de Minas, reabre suas portas em Varginha.

O colégio faz parte de uma grande rede de escolas Maristas, veiculadas a UBEE (União Brasileira de Educação e Ensino) cediada em Belo Horizonte.

Os Irmãos Maristas chegaram a Varginha no início do século e o colégio Coração de Jesus administrado por eles, logo se tornou uma respeitada instituição de ensino durante décadas, em 1976 os Irmãos se retiraram de Varginha.

São 100 anos de presença no Brasil, 78 escolas, 6.800 professores, 4.200 funcionários, 102.300 alunos, 3 universidades, 35 obras sociais, 2 TV's, 7 rádios e 4 editoras, sendo uma delas a FTD. A proposta de educação é marcada pela excelência acadêmica, através do ensino integral onde o conhecimento dos alunos não se resumem somente ao acúmulo de informações acadêmicas, mais ao desenvolvimento dos aspectos sociais, psicológico, espirituais, esportivo, artístico e culturais.

A presença dos Irmãos se manteve viva. Em 1996 foi restaurada a estátua do Padre Champagnat, fundador da congregação devolvendo à cidade um dos mais belos monumentos e símbolo desta grande obra educacional. Outra importante contribuição foi a restauração do Teatro Mestrinho e da capela do colégio.

Esta apaixonante e delicada Missão de Educar exige a ação conjunta de todos que, de uma ou de outra maneira, estão nelas envolvidos: os educandos, as famílias, os docentes, os serviços pedagógicos, os agentes de pastoral, os diretores, os Irmãos Maristas, o pessoal de administração, os auxiliares de serviços gerais, a Mantenedora e os ex-alunos. Todos eles formam a Comunidade Educativa Marista e devem participar ativamente de forma coordenada, para obter os fins propostos.

Como Colégio Marista, nos sentimos enraizados profundamente na realidade social e eclesial em que vivemos. Assumimos de colaborar no crescimento harmônico de cada um de nossos alunos para formar "bons cristãos e virtuosos cidadãos".

Esta é uma história que vem desde os primórdios dos Irmãos em Varginha, em 1918.

Naquela época, só existia a imprensa escrita, nascida em 1892, com a Gazeta de Varginha do Capitão Pedro Braga e Dr. Pinto de Oliveira.

Em 1945 surgiria o Correio do Sul, abrindo as portas para uma imprensa mais dinâmica. Na edição especial, comemorativa do seu 11o aniversário, esse jornal dedicou páginas inteiras aos Maristas, nas pessoas dos Irmãos Mestrinho e Osmundo Ribeiro. A sua vez, a Rádio Clube, desde 1961 e por um bom tempo, passaria a transmitir a chamada "Hora Marista".

O Centenário Marista festejado em Varginha

Os Maristas estão presentes em nossa cidade através de seus numerosos ex- alunos, organizados em associação, e através da diretoria do Colégio Marista, residindo aqui desde o início de 1997, procedendo à reforma do prédio escolar e se preparando para reabertura de sua escola. Em nossa cidade os Maristas são lembrados pelo Colégio Coração de Jesus, pela praça Champagnat, pela rua e escola Irmão Mário Esdras.

No dia 29 de outubro, à noite, na Associação Médica de Varginha, os cem anos da presença Marista em Minas e no Brasil foram marcadas por atos significativos: Lançamento, a nível regional, do selo da ECT alusivo ao centenário; treze pessoas de nossa sociedade, ligadas aos Maristas por laços afetivos, receberam a Comenda Marista do Centenário; lançamento do livro "A Educação Católica no Brasil, Contribuição dos Irmãos Maristas." A cerimônia contou com a presença do Irmão Manoel Alves, Vice-Provincial Maristas e de cerca de quatrocentas pessoas.

Antes da cerimônia na AMV, na entrada do Colégio, houve o descerramento da placa alusiva ao Centenário, pelo Ir.

Manoel Alves e Dona Terezinha Delfraro Davi, vice - prefeita. Na ocasião, o prof. Antônio Carlos Gomes, disse em seu


Reinauguração da Capela

Após sete meses de trabalho, os restauradores varginhenses Hiti Foresti e Valéria Neno entregaram a capela totalmente restaurada: harmônio, bancos, altares, afrescos, via- sacra, imagens, pisos e paredes. Dia 8 de dezembro de 1997, às 20 horas, Dom Aloísio Roque Oppermann, arcebispo de Uberaba, presidiu a missa, concelebrada por 4 sacerdotes e um bispo emérito. Cinco Irmãos e seis Ex - Irmãos que já haviam trabalhado no Colégio Marista de Varginha e numerosos Ex - alunos participaram da cerimônia, com a presença de mais de quatrocentas pessoas. O Irmão Manoel Alves, vice - provincial, representou a Província Marista e a UBEE.

Inaugurada dia 10 de março de 1938, em 1946 sofreu transformações nos afrescos. Foram pintados anjos reverenciados a estátua do Coração de Jesus, padroeiro do Colégio e da Capela.

A Capela é uma maravilhosa obra clássica com nuances barrocas e importantes colunas. As vigas em arcos transmitem uma notável sensação de profundidade.


Colégio dos Santos Anjos

O Colégio dos Santos Anjos foi fundado pela sociedade Franco-Brasileira e dirigido pelas Religiosas da Congregação dos Santos Anjos. A Congregação teve origem na França, sendo fundada por Madre Maria São Miguel (Bárbara Elisa Chandelux-Polux), que via na educação e na religiosidade a melhor maneira de vencer a ignorância moral e intelectual dos jovens.

Iniciando um trabalho de educação Integral do homem, no dia, no dia 22 de maio de 1.893, as primeiras irmãs vieram para o Rio de Janeiro, e logo após fundaram as Unidades de Congrecacão dos Antos Anjos em vários estados.

Irmã Maria Cândida Rangel Campos (Primeira Diretora e supervisora do Colégio em Varginha), e Irmã Maria Verônica Goulart Ferreira, em setembro de 1.922, vieram assumir em definitivo, a fundação do Colégio em Varginha, pois já há sete anos o vigário da Paróquia do Divino Espírito Santo - Padre Leônidas João Ferreira(lincar), lutava para trazer à cidade um colégio dirigido por religiosas.

Apesar de ter começado a funcionar no início de 1.923, a casa só foi inaugurada a novembro de 1.924 com a presença do Revmo. Bispo Diocesano, D. João Almeida de Ferrão.

O prédio na antiga rua do Carmo, hoje Silva Bittencourt, necessitou ser reconstruído em 1.954. De 92 a 96 realizou-se uma reforma geral e hoje o Colégio dos Santos Anjos conta com um moderno ginásio poli-esportivo, capela com capacidade para 500 pessoas, laboratório de informática e etc.


Escola Pio XII

Neste, você irá conhecer toda a história da fundação até os dias atuais de uma escola que embasa todas as atividades numa filosofia humanística-cristã. Saiba também sobre os principais diretores e muito mais...

No dia 1 de março de 1956, padre Honório Link fundou o Jardim de Infância Pio XII. Este nome foi dado em honra e homenagem ao papa Pio XII.

Naquela época, funcionava na praça Getúlio Vargas, mas como o prédio ia ser demolido, mudaram para a rua Deputado Ribeiro de Rezende, local onde estão até os dias atuais e que pertence à Paróquia do Divino Espírito Santo.

De 1956 até 1960, esteve sob a liderança do próprio fundador, que buscou inspiração para guiar os primeiros passos dessa conceituada escola na alegria e musicalidade do Programa Petizada Alegre(incar) (Rádio Clube de Varginha) no próprio salão do prédio da escola.

A partir de 61 deixou de ser Jardim da Infância e recebeu a denominação de "Escola Paroquial Pio XII".

Funcionou apenas com as quatro primeiras séries do 1º grau sob a direção do Padre Silvio Salgado.

Em 72, entra como diretor o Padre Walmor Zucco. Foi sob a liderança dele que a escola teve um grande impulso no campo educacional, com a extensão de séries e a criação da Pré-Escola. Em 1974 foi instalado um moderno laboratório, possibilitando aos alunos experimentar aquilo que só lhes chegava através de teorias.

Também montaram uma biblioteca variada onde alunos e professores encontram ambiente favorável para fazer seus estudos e pesquisas.

Foi oficialmente reconhecida como escola de 1º grau em 18/ 03/ 76.

De 72 a 77 o diretor Walmor Zucco esteve acompanhado da vice-diretora Cleurice Terêsa de Rezende, da supervisora Marina Prado de Castro e das orientadoras Maria Aparecida Abreu e Maria Aparecida Bittencourt.

Em 77 passou a denominar-se apenas "Escola Pio XII".

Em 1978 fica sob a liderança administrativa de Cleurice Terêsa de Rezende e liderança técnica de Marina Prado de Castro.

Em 1994, a escola ganha um novo diretor: José Manuel Magalhães Ferreira que está até os dias atuais.

Em 1996, para melhorar ainda mais a qualidade de ensino, acontece a união da Escola Pio XII com a rede Pitágoras de Ensino. Com isso passa existir o Ensino Médio que funciona na FAFI (Faculdade de Filosofia de Varginha).



BIBLIOGRAFIA
- Arquivo da Escola Pio XII


AGRADECIMENTOS

Ficamos muito agradecidas com Hilda Andrade Alves e Maria José Pinto que tanto colaboraram com a montagem desse trabalho.


Colégio Batista De Varginha

Denominada inicialmente "Escola Técnica de Comércio Sul Mineira", sob a direção do Dr. Luiz Teixeira da Fonseca, obteve aos 08 de janeiro de 1945 do Ministro de Educação e saúde, de acordo com o decreto-lei n. 6.141 de 28/12/1943, inspeção preliminar aos cursos comerciais Básico e técnico de contabilidade pela portaria n.8.

Aos 03 de janeiro de 1948, pela portaria de n. 00035, o Ministro de Estados da Educação e saúde, de acordo com o disposto no artigo 72 da lei orgânica do Ensino Secundário e na portaria Ministerial n. 512 de 30/11/1942, concedeu reconhecimento, sob regime de inspeção preliminar, ao ginásio Inconfidência.

Sob a direção do professor Adão de Souza, o Departamento do Ensino Secundário, de acordo com o processo 56293/47 do Ginásio Inconfidência, aprova, pelo ato 14 de 05 de maio de 1961 aceitando a alteração de denominação de Ginásio Inconfidência para Ginásio Batista de Varginha, tendo como Entidade Mantenedora a Fundação Escolar Beneficente.

Pela portaria n. 43 de 04 de maio de 1965, o secretário da Educação de Minas Gerais concedeu autorização para o funcionamento do Colégio Normal, anexo ao Ginásio Batista.

A escola funcionou desde a sua criação até 30 de novembro de 1964á Rua Santa Cruz, n. 719, quando um incêndio irrompido no prédio ocasionou a mudança para a Rua Presidente José Paiva, n. 65, em prédio cedido pela Igreja Presbiteriana, finalmente, em 1966 passou a funcionar no endereço atual.

Pela resolução 1516, de 11 de julho de 1975, SEE/MG, foi autorizada a transferência de Entidade Mantenedora Fundação Escolar Beneficente para a Associação Cultural Professor Roque Tamburini sede em Alfenas-MG, bem como a mudança de denominação de colégio Batista de Varginha para Escola Batista de 1 e 2 graus; a partir de 15/09/92 da SEE/MG, passou a denominar-se Escola Batista Ensino Fundamental ( 1 a 8 série) e Ensino Médio; e pela portaria 864/97 da SEE/MG volta a denominar-se Colégio Batista De Varginha.


Cursos profissionalizantes

Os cursos profissionalizantes sempre nascem da própria necessidade encontrada dentro da comunidade. E assim, para atender á demanda, as escolas montam um processo, solicitando aos órgãos públicos competentes autorização para funcionamento dos mesmos.

O Colégio Batista já trabalhou com os seguintes cursos:
Contabilidade - 1960 a 1998
Téc. Contabilidade-Regime Anual - 1986 a 1992
Magistério de 1 grau - 1962 a 1998
Magistério- Regime Anual - 1986 a 1997
Téc. em segurança do Trabalho - 1985 em diante

Bibliografia - Pesquisamos no Colégio Batista